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Marcelinho Carioca celebra festa do Corinthians em aniversário, mas lamenta lesão sofrida antes de jogo

  • Por Kennedy Cardoso / Redação da Central do Timão

Um dos maiores ídolos da história alvinegra, Marcelinho Carioca foi titular do Corinthians Masters no amistoso contra o Real Madrid Leyendas, na noite da última sexta-feira, 1. O jogo festivo comemorou o aniversário de 113 anos do clube e contou com cerca de 30 mil torcedores na Neo Química Arena, em uma linda festa promovida pela diretoria e pela torcida. Tudo bastante celebrado pelo Pé de Anjo.

Negócio lindo de ver. Essa homenagem que o Corinthians fez para os campeões mundiais de 2000, trazendo até o Danilo que é campeão em 2012, para referendar, também”, iniciou Marcelinho, em entrevista na zona mista da Neo Química Arena.

“Cada atleta, na sua época, tem a sua importância de ídolo e de representatividade. O Corinthians está acima de qualquer orgulho, vaidade e estrelismo. Isso que me deixa mais feliz. No dia do aniversário de 113 anos, você encontrar 30 mil corinthianos.”

O amistoso contra o Real Madrid Leyendas foi em alusão ao jogo contra o clube espanhol na fase de grupos do Mundial da FIFA de 2000, que terminou empatado por 2 x 2 no Morumbi, com dois gols de Edilson. Quis o destino que o placar se repetisse no duelo festivo, agora com gols de Fernando Baiano e Daniel.

Mesmo resultado de 2000, torcedor vibrando, alegria dentro do vestiário… Muito legal. Agora é comemorar o aniversário do Coringão”, completou.

Porém, apesar da festa, Marcelinho teve o que lamentar. Isso porque o ex-meia atuou lesionado e não conseguiu ter tanto destaque no amistoso. O ídolo alvinegro estava com um estiramento na coxa, sofrido no sábado passado, dia 26, e fez todos os esforços possíveis para entrar em campo. Ele até pediu para Fernando Baiano cavar uma falta para tentar um gol ao longo do jogo, mas deixou a Neo Química Arena zerado.

Hoje eu queria estar com a perna boa porque teria escanteio contrário, falta boa e bem batida, chute de longa distância… Machuquei no sábado em Recife, tomei infiltração na segunda e tentei ir. Todo mundo viu que eu estava com a perna presa e mancando, mas tentei entrar. Mas a festa que o torcedor fez e que a diretoria fez para a gente, é algo inexplicável. Muito lindo.”

Falei para o Fernando: ‘cai aí, mano’. Se fosse perto da área, o Pé de Anjo vai arriscar até com dor, porque não é força, é jeito. Só a chapada com a parte interna do pé e o taco de sinuca. Infelizmente não deu”, finalizou.

Marcelinho Carioca soma três passagens pelo Corinthians (1994-1997, 1998-2001 e 2006, além de um jogo de despedida em 2010). Foram, ao todo, 433 partidas e 206 gols marcados pelo ex-meia com a camisa alvinegra, além de nove títulos conquistados: Copa Bandeirantes 1994, Copa do Brasil 1995, Paulistão 1995, Paulistão 1997, Brasileirão 1998, Brasileirão 1999, Paulistão 1999, Mundial 2000 e Paulistão 2001.

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Notícias do Corinthians

Ídolo do Corinthians, Marcelinho Carioca marcava primeiro gol pelo clube há 29 anos; relembre

  • Por Kennedy Cardoso / Redação da Central do Timão

O dia 23 de janeiro é mais do que marcante para um dos maiores ídolos da história do Corinthians. Foi nesta data, há 29 anos, em que Marcelinho Carioca marcou seu primeiro gol com a camisa alvinegra, em vitória por 3 x 1 contra a Portuguesa, pelo Paulistão de 1994, no Pacaembu. O gol saiu em bela cobrança de falta.

O 1° gol de Marcelinho Carioca aconteceu há 29 anos. E não podia ser de outra forma…, relembrou o Corinthians nas redes sociais, em alusão à qualidade de Marcelinho Carioca nas cobranças de bolas paradas – veja a publicação e assista ao gol abaixo.

Marcelinho Carioca celebra gol pelo Corinthians. Foto: Divulgação/Corinthians.

O primeiro gol de Marcelinho Carioca aconteceu no segundo jogo do ex-meia com o manto alvinegro. Ele havia estreado quatro dias antes, em amistoso contra o Comercial de Ribeirão Preto. Diante da Portuguesa, o Pé de Anjo iniciou entre os titulares do Corinthians, então comandado pelo técnico Afrânio Riul.

Esse foi apenas o começo da trajetória inesquecível de Marcelinho pelo Corinthians. A primeira passagem do ex-meia pelo clube durou 1997, quando foi negociado com o Valencia, da Espanha, por 17 milhões de dólares. Em 1998, voltou ao Timão e ficou até 2001, ano em que acertou com o Santos.

Depois de passar por Gamba Osaka, do Japão, Vasco, Al-Nassr, da Arábia Saudita, Ajaccio, da França, e Brasiliense, Marcelinho retornou ao Corinthians em 2006, mas disputou apenas cinco jogos. Já entre 2007 e 2009, defendeu o Santo André, antes de realizar um amistoso de despedida do Timão, em janeiro de 2010, contra o Huracán, da Argentina.

Ao todo, Marcelinho entrou em campo 433 vezes pelo Corinthians e marcou 206 gols, sendo o quinto maior artilheiro da história alvinegra. O Pé de Anjo ainda conquistou nove títulos oficiais pelo clube: quatro Paulistas (1995, 1997, 1999 e 2001), uma Copa Bandeirantes (1994), uma Copa do Brasil (1995), dois Brasileiros (1998 e 1999) e um Mundial de Clubes (2000).

Veja a publicação do Corinthians:

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Notícias do Corinthians

Ídolo do Corinthians e revelado no Flamengo, Marcelinho diz que torcerá para o Timão na Libertadores

  • Por Levi Natan / Redação da Central do Timão

Jogador com passagens por Corinthians e Flamengo, Marcelinho Carioca revelou para quem torcerá no jogo decisivo entre as equipes por uma vaga à semifinal da Copa Libertadores. Os times entram em campo nesta terça-feira (9), às 21h30 (Brasília), no Maracanã, em partida válida pela volta das quartas de final da competição continental.

O Timão busca reverter um resultado negativo de 2 x 0 sofrido na ida para avançar no torneio. Em entrevista concedida à ESPN, Marcelinho Carioca não titubeou ao revelar para quem torcerá no jogo.

Lógico. É Coringão, Coringão, sempre. Não fico em cima do muro. Sou grato ao Clube de Regatas Flamengo, que me ascendeu ao futebol brasileiro, mas sou Corinthians minha vida, Corinthians minha história, Corinthians meu amor. Coringão, Coringão.

Foto: Reprodução

Apesar de ter sido revelado no Flamengo, foi no Corinthians onde Marcelo Pereira Surcin, o Marcelinho Carioca, conquistou os principais títulos da carreira. Ao todo, foram nove conquistas pelo Timão: 4x campeão paulista (1995, 1997, 1999 e 2021), 2x campeão brasileiro (1998 e 1999), 1x campeão da Copa do Brasil (1995), 1x Copa Bandeirantes (1994) e 1x campeão do Mundial de Clubes (2000).

O ex-meia citou as principais lembranças que possui do Clássico das Multidões quando era jogador.

O primeiro gol de falta, em 1991, lá em Cuiabá. Você fazer o primeiro gol no profissional contra o Corinthians é um negócio muito forte. No momento eu não tinha noção do que estava acontecendo. Fui ver na semana.

Aí contra o Flamengo, no primeiro jogo contra eles, em 1994, pelo Brasileiro, no Pacaembu. Fiquei nervoso, ansioso na concentração. Ganhamos de 1 a 0, gol do Sousa. Eu tive uma participação moderada. Não tive destaque. Lembro que dias antes um dirigente me ligou e pediu para eu puxar o freio de mão, não escangalhar o Flamengo. Aí deu uma confusão danada, um rolo danado, porque acabei falando isso na imprensa. Lembro também de 1996, quando fomos jogar no Maracanã, foi 1 a 1 e eu fiz um gol de pênalti.

Por fim, Marcelinho falou sobre as diferenças de atuar em ambas as equipes e destacou a paixão e o fanatismo de ambas as torcidas.

Jogador diferenciado joga em qualquer lugar, com público, com estádio lotado ou com uma pessoa só. Ele vai fazer por amor e tem a condição para desenvolver. Ele ama aquilo que ele tá fazendo. A diferença de torcida, de grito, são situações diferentes, virtudes, qualidades, gritos, cada um tem a sua cultura. Não tem como falar esse é melhor do que aquele. São situações diferentes, inusitadas do povo carioca e do povo paulista.”

“São as duas maiores torcidas do Brasil e o amor e o fanatismo transcendem a razão. Às vezes, o cara tá juntando o dinheiro para comprar uma casa, mas tem a viagem da final do Mundial. Ele vai gastar tudo e vai pra o Mundial. Depois ele perdeu aquele lance, mas ele não se arrepende porque ele realizou o sonho dele.”

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Notícias do Corinthians

Marcelinho Carioca explica cobrança de pênalti contra o Palmeiras em 2000: “Na hora, eu mudei”

  • Por Tatiana Carvalho / Redação da Central do Timão

Na Libertadores de 2000, Corinthians e Palmeiras se enfrentaram nas semifinais em dois confrontos muito equilibrados, com cada equipe vencendo um jogo. Isso levou a decisão da vaga para a final para as penalidades. Marcelinho Carioca, que na época errou sua cobrança, explicou o motivo de não ter convertido o gol da marca da cal.

Para falar a verdade, eu ia rolar no meio aquele pênalti. Pracidelli, preparador de goleiro do Marcos, estava atrás do gol. Ele batia a mão e falava: ‘Não pula, não pula que ele vai rolar no meio’. Então, na hora, eu mudei. Mas não é desculpa, não quero tirar o mérito do Marcão. Ele mereceu“, revelou o ex-jogador no podcast Cartoloucos.

Foto: Reprodução/Internet

Marcelinho Carioca foi o último cobrador alvinegro e precisava converter a penalidade para levar a disputa para as alternadas, visto que os cinco cobradores rivais haviam marcado os gols. Com o pênalti defendido, o Corinthians acabou sendo eliminado da competição internacional.

Doze anos depois daquele lance, o Timão venceu sua primeira Libertadores ao fazer uma campanha invicta e superar o Boca Juniors na final.

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Marcelinho Carioca se emociona com gol de falta anotado por seu filho: ”estilo Pé de Anjo”

  • Por Maria Beatriz de Teves / Redação da Central do Timão

Um dos maiores ídolos do Corinthians, Marcelinho Carioca, o ‘Pé de Anjo’, era conhecido pelo seu alto potencial em cobranças de faltas. Em sua trajetória como jogador profissional, o ex-atleta guardou 59 gols em faltas, ficando perto de lendas da modalidade, como por exemplo, de Zico e Diego Maradona, ambos com 62.

Recentemente, foi a vez de Lucas Surcin, filho do ex-jogador, a deixar a sua marca no estilo de Marcelinho Carioca. Na ocasião, o atleta de 27 anos cobrou a falta aos 43 minutos do segundo tempo para salvar o São Caetano de derrota na Copa Paulista. Apesar de não ter presenciado ao vivo, o ídolo corinthiano ”desabou” quando soube do ocorrido.

Foto: Reprodução Instagram

”Estava dirigindo e me chamaram para falar do gol. Desabei, comecei a chorar e foi uma emoção. Ele estava esperando por esse gol no profissional havia muito tempo, batia na trave, passava perto. Fizemos uns treinamentos juntos e repetição te leva a perfeição. Ele foi cirúrgico, foi o gol mais difícil para ele, porque faltava dois minutos para acabar o jogo, o time perdendo e ele bateu no contrapé do goleiro. Foi gol de especialista, foi estilo Pé de Anjo, Zico, Marcos Assunção”, disse o jogador ao GE.

”Vão comparar sempre, ele tem que ter personalidade para assimilar isso. Espero que ele possa fazer bem mais do que eu, mas cada um tem uma cobrança na vida. Sem cobrança não cresce, não tem como fugir disso. A cobrança é gostosa, falo que ele não pode se contentar em jogar para mil pessoas, tem que jogar para 100 mil”, completou.

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