Em 7 de março de 1930, em São Paulo, nascia Luis Trochillo, conhecido como Luizinho ou ‘Pequeno Polegar’, um dos grandes ídolos de toda a história do Corinthians. Na mesma data, mas 35 anos antes, nascia também o primeiro ídolo do clube, Neco.
Luizinho começou sua carreira em 1943 no infantil do Corinthians, e a encerrou em 1967. Não fosse pela passagem de aproximadamente um ano pelo Clube Atlético Juventus, o ídolo Alvinegro teria jogado 24 anos ininterruptos pelo Corinthians. O Pequeno Polegar tem uma das mais lindas histórias de amor ao Timão. Daquelas que emocionam até os que não torcem pelo time.
Além de 608 jogos com a camisa do Corinthians, o que o coloca em terceiro no ranking dos jogadores que mais atuaram pelo Alvinegro, atrás apenas de Wladimir e Cássio, Luizinho marcou 175 gols, tendo conquistado por três vezes o Campeonato Paulista (1951, 1952 e 1954) e três Torneios Rio-São Paulo (1950, 1953 e 1954).
Ele viveu, ainda, uma segunda despedida do clube aos 65 anos: entrou em um amistoso contra o Coritiba em 25 de janeiro de 1996, quando o clube apresentava o reforço do atacante Edmundo, e roubou a cena atuando por cinco minutos.
Seu gol mais importante foi o marcado contra o Palmeiras em 1954, que deu ao Corinthians o título de Campeão do IV Centenário. O último antes do tabu de quase 23 anos sem conquista do estadual.
Em 17 de janeiro de 1998, Luiz Trochillo faleceu aos 68 anos, idade considerada jovem nos dias atuais. Mesmo assim, a Fiel sempre relembra sua história geracional vestindo a camisa do clube, sendo um grande exemplo para jogadores do Corinthians.
Eterno ídolo! ⚽🏴🏳️
Hoje, Luizinho, o Pequeno Polegar, completaria 94 anos. Lenda do Corinthians, seu legado vive nos corações alvinegros. Sua técnica e paixão pelo clube inspiram gerações. Celebramos sua memória e tudo que representou pic.twitter.com/7EN6axrPVq
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Em 7 de março de 1930, em São Paulo, nascia Luis Trochillo, conhecido como Luizinho ou ‘Pequeno Polegar’, um dos grandes ídolos de toda a história do Corinthians. Na mesma data, mas 35 anos antes, nascia também o primeiro ídolo do clube, Neco.
Luizinho começou sua carreira em 1943 no infantil do Corinthians, e a encerrou em 1967. Não fosse pela passagem de aproximadamente um ano pelo Clube Atlético Juventus, o ídolo Alvinegro teria jogado 24 anos ininterruptos pelo Corinthians. O Pequeno Polegar tem uma das mais lindas histórias de amor ao Timão. Daquelas que emocionam até os que não torcem pelo time.
Foto: Arquivo Corinthians
Além de 607 jogos com a camisa do Corinthians, o que o coloca em terceiro no ranking dos jogadores que mais atuaram pelo Alvinegro, atrás apenas de Wladimir e Cássio, Luizinho marcou 175 gols, tendo conquistado por três vezes o Campeonato Paulista (1951, 1952 e 1954) e três Torneios Rio-São Paulo (1950, 1953 e 1954).
Ele viveu, ainda, uma segunda despedida do clube aos 65 anos: entrou em um amistoso contra o Coritiba em 25 de janeiro de 1996, quando o clube apresentava o reforço do atacante Edmundo, e roubou a cena atuando por cinco minutos.
Seu gol mais importante foi o marcado contra o Palmeiras em 1954, que deu ao Corinthians o título de Campeão do IV Centenário. O último antes do tabu de 23 anos sem conquista do estadual.
Em 17 de janeiro de 1998, Luiz Trochillo faleceu aos 68 anos, idade considerada jovem nos dias atuais. Mesmo assim, a Fiel sempre relembra sua história geracional vestindo a camisa do clube, sendo um grande exemplo para jogadores do Corinthians.
O Corinthians parabenizou o ídolo. Confira:
Também no dia 07/03, mas de 1️⃣9️⃣3️⃣0️⃣, nascia Luizinho, o nosso eterno Pequeno Polegar! 🖤
Com 1️⃣7️⃣5️⃣ gols em 6️⃣0️⃣7️⃣ jogos, ele é outro ídolo com história nas primeiras décadas do Timão!
Há 74 anos, o atacante Luizinho, também conhecido como Pequeno Polegar, fez sua estreia pelo Time do Povo. Logo em seu primeiro jogo, que aconteceu contra Hepacaré de Lorena, ele marcou seu primeiro gol e contribuiu para a vitória do Corinthians por 5 x 1. Após isso, ele faria mais 606 jogos pelo clube.
Luiz Trochillo, como foi registrado, ficou por 12 anos no Corinthians em sua primeira passagem, estreando em 1948 e saindo do clube em 1960. Assim, se tornou um dos jogadores que mais vestiram a camisa do Timão na história, atrás apenas de Wladimir e Cássio, que o ultrapassou recentemente.
Foto: Arquivo Corinthians
Após sua saída, ele retornou ao clube em 1964 e ficou por mais três anos, fazendo 175 gols em todo o período que pertenceu ao clube. Famoso por ser muito habilidoso e ter uma grande agilidade, Luizinho ganhou a alcunha de ‘Pequeno Polegar’ por este motivo.
Ele também participou de diversos títulos importantes da história do Corinthians, principalmente o Paulistão do IV Centenário, que é considerado o maior estadual de todos os tempos e foi o último título antes da seca de 23 anos sem levantar um Campeonato Paulista.
Confira a postagem do clube:
Há 7️⃣4️⃣ anos, Luizinho entrava em campo e iniciava seu legado como ídolo da Fiel!
Como não poderia ser diferente com ele, logo em sua estreia entregou também seu primeiro gol pelo Timão! 🖤🤍
Nesta quarta-feira (21), o Corinthians celebra a despedida de Luizinho, o Pequeno Polegar, do clube. Há 55 anos, o ídolo fazia a sua última partida pelo Timão, contra o Bragantino. Era o jogo de número 606 do meia-atacante.
Segundo jogador com mais partidas na história do Corinthians, Luizinho marcou 175 gols e conquistou três vezes o Campeonato Paulista (1951, 1952 e 1954) e três Torneios Rio-São Paulo (1950, 1953 e 1954).
Foto: Arquivo/Corinthians.
O Pequeno Polegar ainda viveu uma segunda despedida do clube aos 65 anos: entrou em um amistoso contra o Coritiba em 25 de janeiro de 1996, quando tinha 66 anos. Era apresentação do atacante Edmundo, nova contratação do clube. Luizinho atuou por cinco minutos na partida.
Em 17 de janeiro de 1998, Luiz Trochillo faleceue talvez com ele tenha morrido uma fase que jamais voltará ao nosso futebol: a fase da arte, da ética e do amor à camisa, em que o jogador iniciava e terminava sua carreira num mesmo Clube. Uma época romântica em que um craque acharia impossível vestir uma camisa de cor diferente.
Há 91 anos, no dia 7 de março de 1930, em São Paulo, nascia Luis Trochillo, conhecido como Luizinho ou ‘Pequeno Polegar’, um dos grandes ídolos de toda a história do Corinthians.
Luizinho começou sua carreira em 1943 no infantil do Corinthians, e a encerrou em 1967. Não fosse pela passagem de aproximadamente um ano pelo Clube Atlético Juventus, o ídolo Alvinegro teria jogado 24 anos ininterruptos pelo Corinthians.
O Pequeno Polegar tem uma das mais lindas histórias de amor ao Timão. Daquelas que emocionam até os que não torcem pelo time.
Luizinho na época em que atuava no Corinthians /// Foto: Reprodução
Vestiu a camisa do Clube do Corinthians por 589 vezes, vencendo 359 delas. Disputou 280 partidas pelo Campeonato Paulista, 93 jogos pelo Torneio Rio-São Paulo, 186 amistosos e 64 jogos internacionais.
Foi o jogador que conquistou mais troféus pelo Timão. Luizinho sagrou-se campeão de 21 títulos com a camisa Alvinegra. Seu gol mais importante foi o marcado contra o Palmeiras em 1954, que deu ao Corinthians o título de Campeão do IV Centenário.
Em 17 de janeiro de 1998, Luiz Trochillo faleceu e talvez com ele tenha morrido uma fase que jamais voltará ao nosso futebol: a fase da arte, da ética e do amor à camisa, em que o jogador iniciava e terminava sua carreira num mesmo Clube. Uma época romântica em que um craque acharia impossível vestir uma camisa de cor diferente.
Data marcou dois amistosos contra times diferenciados na história alvinegra; relembre
O dia 19 de junho resguarda dois jogos amistosos um tanto quanto curiosos na história alvinegra. Por mais que hoje em dia, com um calendário tão apertado, seja impossível pensar nesse tipo de partida, nas décadas do século passado, isso era comum. Os clubes brasileiros frequentemente se enfrentavam entre si em amistosos e até recebiam adversários europeus. Confira dois desses confrontos históricos.
Corinthians 2×0 Sevilla – 19 de junho de 1957
Jornal da época com imagens da partida. Foto: reprodução Blog Timoneiros
No ano de 1957, o São Paulo organizou um torneio amistoso para comemorar a inauguração de seu novo estádio, a Copa Morumbi. Assim, convidou uma série de times brasileiros e europeus, como Flamengo, Corinthians, Dinamo Zagreb, Lazio e Sevilla. Um combinado entre Santos e Vasco também foi montado para a competição, já que o Peixe excursionava fora do Brasil.
As partidas se dividiram entre as sedes Rio de Janeiro e São Paulo. Ironicamente, o Morumbi não pôde receber os jogos por causa das obras inacabadas, passando-os ao Pacaembu. Logo, no dia 19 de junho, o Corinthians entrou em campo contra o espanhol Sevilla.
Já no primeiro minuto, Boquita abriu o placar para os brasileiros. Aos 15, Luizinho, o ‘Pequeno Polegar’ marcou o segundo. Com o resultado, o Timão vencia os espanhóis por 2×0. Dois anos depois, os clubes se enfrentariam na casa do Sevilha. Novamente, o Corinthians venceria por 4×3, marcando a supremacia contra o clube da Andaluzia.
Ficha técnica: Corinthians 2×0 Sevilla 19 de junho de 1957 Estádio do Pacaembu Copa Morumbi Corinthians: Gilmar, Olavo, Alfredo Ramos, Idário, Oreco, Roberto, Cláudio, Luizinho, Paulo (Zague), Rafael (Beni) e Boquita. Técnico: Oswaldo Brandão. Sevilla: Bustos, Romero, Campanel, Valero, Ramini, Peppin, Arsenio, Arza, Pepillo, Domech e Pauet. Técnico: Guilhermo Campanal. Gols: Boquita (1′) e Luizinho (15).
Combinado Come-Fogo 1×2 Corinthians – 19 de junho de 1964
Elenco do Corinthians em 1964. Foto: reprodução internet
O Botafogo-SP e o Comercial são rivais tradicionais da cidade de Ribeirão Preto, interior de São Paulo. O clássico é conhecido como Come-Fogo e mesmo com os dois times nas divisões inferiores, ainda movimenta a região. Porém, em 1964, eles se uniram para enfrentar o Timão em um amistoso interestadual.
Com jogadores das duas equipes, o combinado Come-Fogo entrou no gramado do Luís Pereira, antigo estádio do Comercial e desativado já em 1967. O Corinthians abriu o placar com Flávio, ainda no primeiro tempo. Porém, no início do segundo, Antoninho empatou para os donos da casa. Já aos 28 da etapa complementar, Manoelzinho anotou o tento que deu a vitória ao alvinegro da capital.
Ficha técnica: Combinado Come-Fogo 1×2 Corinthians 19 de junho de 1964 Estádio Luís Pereira – Ribeirão Preto Amistoso Estadual Combinado Come-Fogo: Expedito, Antoninho, Veríssimo, Amauri, Peter, Ditinho, Zuino (Luiz Carlos), Paulinho (Berguinho), Adalberto e Ari. Corinthians: Heitor, Ari Ercílio, Eduardo, Oreco (Ari Clemente), Édson Cegonha, Batista, Marcos, Ferreirinha, Silva (Manoelzinho), Flávio e Bazani. Técnico: Paulo Amaral. Gols: Flávio (30′), Antoninho (46′) e Manoelzinho (73′).
Em amistoso no país europeu, Corinthians goleia com craques em campo, como Gilmar dos Santos Neves, Luizinho e Cláudio; relembre
No século passado, era comum que os clubes brasileiros excursionassem mundo afora para jogar futebol. Com um calendário de competições menos apertado, sobrava tempo para viajar e atuar contra outras equipes, principalmente do cenário europeu.
Corinthians durante amistosos na Europa, 1952. Foto: reprodução/site Voz da Fiel
Nesse sentido, no dia 8 de junho de 1952, o Corinthians esteve na cidade de Halmstad, na costa oeste da Suécia. O objetivo era enfrentar uma seleção formada por jogadores da região. Em uma partida magistral dos brasileiros, o Timão marcou nada menos que dez gols nos suecos.
O centroavante Gatão abriu o placar para o Timão, ainda aos 23 minutos do primeiro tempo. No minuto seguinte, ampliou. Depois foi a vez de Cláudio, que marcou três vezes na partida. Gatão marcaria novamente, Nardo anotaria dois e Luizinho e Jackson, um tento cada.
Desse modo, o Corinthians encerrou uma passagem gloriosa na Suécia, marcada por uma vitória de 2×1 contra o Malmö e goleadas por 9×3 contra a Seleção de Gotemburgo e 6×0 sobre a Seleção de Gävle.
Em 17 de janeiro de 1998 a Fiel foi surpreendida pela morte: aos 67 anos, um dos mais amados ídolos de sua história, falecia de insuficiência respiratória
Luizinho, o Pequeno Polegar, em uma matéria especial da revista A Gazeta Esportiva Ilustrada, de outubro de 1955. Foto: Reprodução/A Gazeta Esportiva Ilustrada
“Não tem aquele jogador de futebol que não queira jogar no Corinthians” “Eu fui tão grande no Corinthians, que quando eu ia à cidade, tinha que voltar de taxi, de tanto presente que eu ganhava.” “Eu tenho orgulho do que eu fiz no Corinthians. Isso ninguém me tira, o que eu fiz no Corinthians.” Luizinho – Luis Trochillo 7 de março de 1930 – 17 de janeiro de 1998
Foto: Reprodução
“Um jogador com diploma de doutor”, dizia a manchete do jornal da época sobre Luizinho. Ele conquistou 21 títulos com a camisa do Corinthians, pode-se dizer que nasceu e morreu no Parque São Jorge. Era tão habilidoso e atrevido, que os torcedores chegavam cedo ao estádio para vê-lo atuar, ainda no time dos aspirantes, nos jogos que antecediam as partidas principais. Abusado, provocava os adversários, acenando com a mão e chamando para um outro drible. Diz a lenda que em um jogo contra o Palmeiras, ele deu um drible tão desconcertante no argentino Luiz Villa, que este caiu no chão. Então, Luizinho sentou-se na bola e o esperou levantar para, aí sim, prosseguir com a jogada. Divertindo-se, Luizinho negava a brincadeira.
O Pequeno Polegar tem uma das mais lindas histórias de amor ao Corinthians. Daquelas que emocionam até os que não torcem pelo alvinegro.
Em pé, Cláudio e Idário. Agachado,o genial Luizinho, o “Pequeno Polegar” – Foto: BlogOTerceiroTempo
Foram 12 anos vestindo o manto sagrado como titular absoluto da posição e principal jogador do elenco alvinegro. Luizinho brilhou no famoso ataque corintiano que marcou 103 gols no Campeonato Paulista de 1951 e foi o carrasco do Palmeiras (marcou 21 gols contra o rival). Foi convocado 11 vezes para a Seleção Brasileira.
Foto: Reprodução
Titular absoluto do clube até o início dos anos 60, Luizinho saiu em 1963 para o Juventus-SP, por causa de um desentendimento com o então técnico Sylvio Pirillo. Não conseguiu viver longe do Corinthians. Voltou no ano seguinte, em 1964, onde encerraria a carreira três anos depois.
Duas lendas corintianas no gramado do Parque São Jorge: Rivellino (à esquerda) e Luizinho, o saudoso “pequeno polegar” – Foto: BlogOTerceiroTempo
Mesmo após encerrar a carreira de jogador, Luizinho não se separou do Corinthians, e por três vezes foi chamado para exercer a função de técnico tampão da equipe, ocasião que percebeu não ter vocação para comandante. Costumava dizer que sabia pouco de ser técnico, mas sempre esteve ali para ajudar o Corinthians. Sua presença no comando técnico valia muito mais pelo aspecto moral do que propriamente pela orientação tática, demonstrando com isso um amor imenso pelo Corinthians. Porém jamais se negou a assumir a equipe em momentos difíceis.
Luizinho foi o técnico do time Sub-20 do Corinthians que conquistou o título da primeira edição da Copinha, a Copa São Paulo de Futebol Júnior, em 1969.
Luizinho recebeu, em vida, a homenagem de ser o segundo ídolo a ter um busto nas alamedas do Parque São Jorge – Foto: Corinthians
Em 1994 foi homenageado pelo Corinthians com um busto seu no jardim do Parque São Jorge, honraria esta que até então fora concedida somente a Neco, o primeiro ídolo do clube.
Em 1996 foi feita outra homenagem ao ídolo: aos 65 anos, Luizinho voltou aos gramados do Pacaembu, atuando por cinco minutos, em um amistoso contra o Coritiba que marcava a estréia do atacante Edmundo no Corinthians, tornando-se assim o jogador mais velho a defender a camisa do Corinthians em campo.
Luizinho, nascido Luis Trochillo em 7 de março de 1930, jogou 604 partidas e conquistou 21 títulos com a camisa do Corinthians, sendo os principais: os Paulistas de 51, 52 e 54 e os torneios Rio-São Paulo de 51, 53 e 54. Marcou 175 gols. Morreu no dia 17 de janeiro de 1998, em São Paulo.
O clássico é um dos maiores do país e todos jogadores gostariam de estar em campo, pois é a chance de se consagrarem. Veja os jogadores do Corinthians que mais aterrorizaram o rival
Se hoje em dia os carrascos do Palmeiras mais conhecidos são Ronaldo e Romarinho, outros nomes de décadas passadas, aparecem como os que mais incomodaram o maior rival do Timão na história do clássico. Jogadores da década de 50 figuram como os que mais marcaram gols em cima do adversário.
Veja abaixo os atletas que mais marcaram gols em cima do rival:
1- Cláudio
Foto: Reprodução
Maior artilheiro da história do Timão com 305 gols em 550 jogos, e jogador alvinegro de 1945 a 1957, Cláudio marcou 21 gols na história do Derby Paulista. Vale ressaltar que o ex-jogador é o maior artilheiro da história do confronto. O ponta-direita foi peça fundamental para o Corinthians nos títulos que conquistou, como: Pequena Taça do Mundo (1953), Campeonato Paulista (1951, 1952, 1954), Torneio Rio-São Paulo (1950, 1953, 1954), Torneio Internacional Charles Miller (1955) e a Taça do Atlântico (1956).
É um dos maiores ídolos da história do Corinthians e justamente pelo número de gols marcados e por ter participado de uma época vitoriosa do Timão, o ponta-direita ganhou um busto no Parque São Jorge em setembro de 1997. Sendo assim, o artilheiro ficou eternizado não só na memória dos corinthianos.
2- Baltazar
Foto: Reprodução
Autor de 20 gols e segundo maior artilheiro do Derby paulista, Baltazar, conhecido também como “Cabecinha de Ouro”, jogou no Corinthians entre os anos de 1945 a 1957. O atacante figura como o segundo jogador com mais gols na história do Timão, com 269 gols em 404 partidas. Ergueu as mesmas taças que Cláudio, sendo, também, uma das peças fundamentais de grande momento vivido do Alvinegro.
Diferentemente de Cláudio, Baltazar também conseguiu figurar como grande jogador da Seleção Brasileira. O “Cabecinha de Ouro” fez parte do time que foi campeão do Pan-Americano de 1952, realizado em Santiago, no Chile e também foi convocado para a Copa do Mundo de 1950 e 1954.
Baltazar também foi homenageado com busto no Parque São Jorge. Homenagem foi feita no mesmo ano de Cláudio.
3- Luizinho
Foto: Reprodução
Marcando 19 gols no Derby paulista, Luizinho aparece como o terceiro maior artilheiro da história do confronto. Também conhecido como Pequeno Polegar, o atacante era terceira peça do trio que emplacou grande série de vitórias na década de 50. Não era de fazer tantos gols como Cláudio e Baltazar, mas mesmo assim aparece no top 10 artilheiros da história do Timão. Com 175 gols em 606 jogos, lá está ele na sétima colocação do ranking total.
Luizinho chegou ao Corinthians em 1948 e acertou a sua saída ao Juventus da Mooca em 1962. Após dois anos o atacante voltou a defender o Alvinegro, onde ficou até 1967 e encerrou sua carreira.
Confira Luizinho “Pequeno Polegar”, desmitificando a lenda que ele teria sentado na bola em um Derby, para humilhar o Argentino, Luiz Villa:
Luizinho conta história em que deu seis ou sete canetas em adversário do Palmeiras
Assim como Cláudio e Baltazar, o Pequeno Polegar também ganhou busto no Parque São Jorge, no mesmo ano em que seus companheiros de ataque.
4- Teleco
Foto: Reprodução
Teleco, o quarto nome da lista anotou 15 gols no confronto, 256 gols em 249 jogos pelo Timão, sendo o segundo maior artilheiro do clube. Atuou entre as décadas de 30 e 40, conquistou quatro títulos do Campeonato Paulista (1937, 38,39 e 41). É dono da maior média de gols da história do Corinthians, com 1,02 por jogo, marca não superada até hoje no clube e maior até que a de Pelé, que fez 1281 gols em 1375 jogos – média de 0,93 gols por partida . Após encerrar sua carreira, Teleco continuou sendo funcionário do clube, era responsável pela sala de troféus, cargo que exerceu até a sua morte.
Em setembro de 2019, Teleco foi outro ídolo a ser homenageado com busto no Parque São Jorge.
5- Mirandinha
Foto: Reprodução
Dos 47 gols que o “Carrasco Verde” marcou pelo Corinthians, 14 deles foram no Derby paulista, em apenas 10 jogos. Jogador do Corinthians entre 1996 e 1999. Corinthiano, o atacante se tornou ídolo pelo número de gols que marcava contra o Palmeiras.
“A sensação de fazer gol em um clássico, e principalmente contra o rival, é maravilhosa. É melhor que namorar! E se eu tivesse a oportunidade faria tudo de novo, cada gol, cada comemoração. Foi maravilhoso!”, disse em entrevista ao site oficial do Corinthians.
Mirandinha, em três anos ergueu três taças pelo Timão. Presente nos títulos do Paulistão de 1997 e 1999 e também do Brasileirão de 1998.
“Ter sido campeão Paulista duas vezes e Campeão Brasileiro. E ser campeão pelo time que você torce, fazendo aquilo que você gosta de fazer, é importante demais.”, finalizou.
Mirandinha e Donizete imitando porcos. Foto: Reprodução
Corinthians e Palmeiras irão se enfrentar neste sábado (09), às 19h, no Pacaembu. Na historia do confronto, já foram realizadas 362 partidas, com 127 vitórias de cada clube e 108 empates.
Por Matheus Fernandes
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