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Corinthians faz jogo consistente e empata sem gols com o Palmeiras pelo Brasileirão

  • Por Kennedy Cardoso / Redação da Central do Timão

O Corinthians até fez um jogo consistente e teve boa atuação, mas não conseguiu vencer o Palmeiras na tarde deste domingo, 3, na Neo Química Arena, em jogo válido pela 22ª rodada do Brasileirão. Os arquirrivais empataram sem gols em uma partida equilibrada e deixaram o campo com um ponto somado.

O primeiro tempo, em geral, foi melhor para o Palmeiras, que abusava principalmente das jogadas aéreas. Porém, Lucas Veríssimo e Gil ganhavam a maioria das bolas pelo alto e demonstravam segurança defensiva. O Corinthians chegava bem com Wesley pela esquerda, mas foi Maycon o responsável pelo lance mais perigoso da etapa inicial, quando chutou em cima de Weverton após receber passe açucarado de Yuri Alberto.

Durante o intervalo, Luxemburgo fez ajustes apenas na marcação do Corinthians e não promoveu alterações, assim como o treinador do Palmeiras, Abel Ferreira. As instruções do técnico alvinegro surtiram efeito no começo do segundo tempo e os donos da casa eram melhores nos primeiros minutos.

O Corinthians, no entanto, não conseguiu aproveitar a superioridade no começo do segundo tempo e viu o Palmeiras igualar na metade final. Porém, os times seguiam sem criar grandes chances e deixaram o campo com o placar zerado. Nos últimos minutos, Murilo e Maycon foram expulsos, e os times terminaram o jogo com dez jogadores. Cássio ainda salvou o Timão em finalização perigosíssima de Breno Lopes.

E como fica?

O empate coloca mais um ponto na conta do Corinthians no Brasileirão. Os comandados de Vanderlei Luxemburgo, agora, chegam a 26 pontos e entram no G-12, ultrapassando Internacional e Cruzeiro. A Raposa ainda joga na rodada. Mas vale lembrar que o Timão tem um jogo a menos na competição, contra o Grêmio.

Próximo compromisso

Agora, o Corinthians terá um período de dez dias sem jogos devido à Data FIFA para partidas de seleções. Os comandados de Vanderlei Luxemburgo só voltam a atuar no dia 14, uma quinta-feira, às 19h, contra o Fortaleza, na Arena Castelão, pela 23ª rodada do campeonato.

Escalação do Corinthians

Para encarar o Palmeiras, Vanderlei Luxemburgo fez três alterações em relação à equipe que começou a classificação à semifinal da Copa Sul-Americana, contra o Estudiantes. Reservas em La Plata, o atacante Wesley, o meio-campista Giuliano e o centroavante Yuri Alberto entraram nos lugares de Ángel Romero, Ruan Oliveira e Renato Augusto.

Portanto, o Corinthians entrou em campo com Cássio; Bruno Méndez, Gil, Lucas Veríssimo e Fábio Santos; Gabriel Moscardo, Maycon, Giuliano e Matías Rojas; Wesley e Yuri Alberto.

Para montar a escalação, Vanderlei Luxemburgo contou com três desfalques: o lateral-direito Fagner (lesão na panturrilha), os volantes Paulinho (lesão no joelho) e Roni (trauma no tornozelo direito) e o meio-campista Renato Augusto (preservado). Os demais atletas do elenco não foram relacionados por opção do treinador.

Já no banco de reservas, as opções foram as seguintes: Carlos Miguel, Fausto Vera, Romero, Léo Mana, Caetano, Gustavo Mosquito, Matheus Bidu, Guilherme Biro, Matheus Araújo, Ruan Oliveira, Felipe Augusto e Renato Santos.

Escalação do Palmeiras

Do outro lado, o técnico alviverde Abel Ferreira também escalou o que tinha de melhor à disposição. Também foram três trocas em relação ao jogo do meio de semana, em empate sem gols com o Deportivo Pereira, da Colômbia, pela Libertadores: as entradas de Gabriel Menino, Artur e Mayke nas vagas de Luan, Richard Ríos e Flaco López. O treinador desmontou o esquema de três zagueiros utilizado contra os colombianos.

O arquirrival, então, começou o Derby com Weverton; Marcos Rocha, Gustavo Gómez, Murilo e Piquerez; Zé Rafael, Gabriel Menino e Raphael Veiga; Mayke, Artur e Rony.

Foram quatro desfalques para a comissão técnica do Palmeiras: o zagueiro Luan (suspenso), os meio-campistas Luís Guilherme (estiramento na coxa direita) e Eduard Atuesta (lesão ligamentar no joelho) e o atacante Dudu (lesão ligamentar no joelho).

No banco de reservas, os nomes disponíveis para Abel Ferreira foram: Marcelo Lomba, Vanderlan, Endrick, Flaco López, Breno Lopes, Richard Ríos, Jailson, Garcia, Naves, Fabinho, Kevin e Jhon Jhon.

Arbitragem

A CBF escalou o árbitro Anderson Daronco (FIFA-RS) para comandar o clássico. Ele foi auxiliado pelos assistentes Bruno Raphael Pires (FIFA-GO) e Nailton Junior de Sousa Oliveira (FIFA-CE), enquanto Douglas Marques das Flores (SP) foi o quarto árbitro. Rodrigo Guarizo do Amaral (FIFA-SP) ficou responsável pelo VAR.

Primeiro tempo

O Corinthians deu a saída, mas logo aos 15 segundos o Palmeiras conseguiu cobrança de lateral. A primeira chegada também foi alviverde, com Rony pela direita, mas Lucas Veríssimo apareceu bem para cortar. Os visitantes começaram marcando pressão e envolviam o elenco alvinegro, que não conseguia sair da defesa nos primeiros instantes.

A primeira chegada do Corinthians aconteceu aos quatro minutos. Wesley puxou em velocidade pela esquerda, balançou para cima da marcação e ganhou escanteio. Matías Rojas, no entanto, cobrou aberto demais e não encontrou ninguém dentro da área.

Os comandados de Vanderlei Luxemburgo marcavam e fechavam bem os espaços do Palmeiras nos primeiros minutos, mas não conseguiam ficar com a bola. Aparentemente, essa era a estratégia alvinegra no começo. Aos oito, Piquerez cruzou pela esquerda e Rony apareceu para arriscar uma bicicleta, cometendo falta em Gabriel Moscardo.

Quando descia para o ataque, o Corinthians buscava, na maioria das vezes, a velocidade de Wesley pela esquerda. Aos nove, Giuliano viu a ultrapassagem do atacante e fez o lançamento. A ideia foi ótima, mas o meio-campista exagerou na força. Um minuto depois, Maycon fez o mesmo e Marcos Rocha interceptou.

Logo em seguida, Mayke cruzou da intermediária, Gil deu leve casquinha e desviou para escanteio. Raphael Veiga cobrou fechado, e Lucas Veríssimo apareceu na primeira trave para afastar parcialmente. Gabriel Menino ficou com a sobra na entrada da área, armou a finalização e parou na zaga alvinegra.

Aos poucos, o Corinthians começava a igualar o jogo. Mesmo assim, o Palmeiras seguia melhor e os comandados de Vanderlei Luxemburgo continuavam sem conseguir chegar com perigo ao ataque. Pelo contrário: o adversário era mais presente no campo ofensivo. Aos 15, Veiga deu bom passe para Rony e Gil deu carrinho para cortar.

No lance seguinte, o Timão deu a resposta pela esquerda, em mais um bom lance individual de Wesley. O garoto foi para cima da marcação e sofreu falta perigosa na intermediária. O jogo ficou paralisado por alguns segundos por conta de uma pipa que sobrevoava a Neo Química Arena, mas foi retomado rapidamente e Rojas cobrou a falta direto nas mãos de Weverton.

Aos 21, Wesley partiu novamente para cima da marcação alviverde. O garoto era o melhor corinthiano em campo e ganhou escanteio, cobrado por Matías Rojas na cabeça de Lucas Veríssimo, que apareceu dentro da área e finalizou mal, por cima do gol palmeirense.

Mas o Palmeiras respondeu logo em seguida: Mayke cruzou bem da intermediária e Gil fez corte providencial dentro da área. Depois, Raphael Veiga cobrou escanteio com muito perigo na segunda trave e Gustavo Gómez apareceu livre para cabecear. A finalização foi para o chão, pingou no gramado e saiu por cima da meta alvinegra. Melhor chance alviverde no jogo.

Já aos 25, o Corinthians chegou outra vez com Wesley. O atacante balançou contra a marcação palmeirense, levou para dentro e abriu para chutar, mas quis dar novo corte. Aí o garoto perdeu o timing e Marcos Rocha chegou para desarmar. Segundos depois, Rony tabelou em velocidade com Zé Rafael e chutou de longe. Cássio caiu para defender.

O Timão já conseguia ficar mais com a bola no pé. Por volta dos 29, a equipe rodou a bola durante cerca de um minuto, mas não encontrou espaço. Por isso, Rojas, de muito longe, arriscou chute forte, sua especialidade. Entretanto, finalizou mal e mandou por cima.

Aos 32, Wesley sofreu outra falta pela esquerda. Rojas bateu com curva para dentro, mas a bola foi em direção ao gol e quase ia no ângulo. Weverton segurou firme. Dois minutos depois, Veiga cobrou falta de muito longe, quase do meio-campo, alçou na área e encontrou Gómez, que ganhou escanteio. O Palmeiras começou a ter uma série de bolas aéreas, e a zaga alvinegra ganhava todas as disputas pelo alto.

O jogo foi ficando mais calmo nos minutos finais do primeiro tempo. Aos 43, Mayke apareceu na linha de fundo, dentro da área, e tocou com perigo para dentro. Gil chegou tirando.

Na sequência, o Corinthians teve a melhor chance da etapa inicial: Giuliano encontrou excelente passe para Yuri Alberto, que partiu sozinho pela esquerda, carregou para dentro e acionou Maycon na entrada da área. O volante apareceu cara a cara com Weverton e finalizou, mas o goleiro alviverde fez uma grande defesa com os pés.

O árbitro Anderson Daronco acrescentou quatro minutos neste primeiro tempo. Já nos acréscimos, Veiga chutou de longe, tentando aproveitar Cássio mal posicionado, e pegou mal, chutando pela linha de fundo. Pouco depois, a arbitragem levou o jogo para o intervalo com o placar zerado.

Segundo tempo

Os técnicos de Corinthians e Palmeiras não realizaram alterações durante o intervalo. Logo no primeiro minuto, Giuliano acertou carrinho duro em Zé Rafael e cometeu a primeira falta do segundo tempo. Nos instantes iniciais, os comandados de Vanderlei Luxemburgo ficavam mais com a bola e tentavam mudar a postura, agora mais agressiva.

Aos três, Rojas partiu com o corredor aberto pela direita e entrou na área, mas a bola caiu no pé direito, o ruim, e o paraguaio não conseguiu finalizar. Pouco depois, o meia-atacante recebeu pelo meio e arriscou chute muito forte, que raspou o travessão de Weverton.

Aos seis, Wesley interceptou de carrinho um cruzamento do Palmeiras e deu escanteio para o adversário. Veiga cobrou fechado, mas a zaga alvinegra afastou.

O Corinthians figurava mais no campo ofensivo e era melhor do que o Palmeiras neste começo do segundo tempo, após ajustes de Vanderlei Luxemburgo no intervalo. O arquirrival já não conseguia sair com tanto perigo como na etapa inicial. Mesmo assim, o Timão ainda carecia de chutes perigosos.

Aos 13, o time de Abel Ferreira chegou com perigo pela direita, cruzou para trás dentro da área e Bruno Méndez deu corte providencial para evitar a finalização. O Timão passou a ter uma queda e o Palmeiras já conseguia entrar no campo alvinegro com mais facilidade.

As primeiras substituições do jogo aconteceram aos 17. Vanderlei Luxemburgo fez logo três alterações: Romero, Gustavo Mosquito e Ruan Oliveira entraram nas vagas de Giuliano, Wesley e Matías Rojas.

Logo após as alterações, o Palmeiras teve lateral para cobrar no campo ofensivo. Mas o Corinthians partiu em contra-ataque perigoso com Yuri Alberto, que chegou até a área alviverde. Porém, o centroavante estava sozinho e bateu sem ângulo. Weverton espalmou para escanteio.

Aos 23, Luxemburgo promoveu troca na lateral esquerda. Fábio Santos deixou o campo para a entrada de Matheus Bidu.

O jogo era mais lento e as equipes passaram a não levar tanto perigo para as metas adversárias. Aos 30, Gabriel Menino arriscou de fora da área e viu a finalização raspar o pé da trave de Cássio. Três minutos depois, Artur chutou de longe e mandou pela linha de fundo. Antes, Fausto Vera entrou no lugar de Gabriel Moscardo no Corinthians.

Do lado alviverde, as primeiras substituições de Abel Ferreira aconteceram somente aos 33 minutos. O técnico do Palmeiras colocou Richard Ríos e Breno Lopes nas vagas de Marcos Rocha e Gabriel Menino, deixando time, em tese, mais ofensivo na reta final do jogo.

Já aos 38, Mosquito avançou pela esquerda e sofreu falta dura de Zé Rafael. O volante do Palmeiras tomou cartão amarelo, o primeiro do clássico. Ruan Oliveira cobrou com veneno para dentro da área e encontrou Gil, que desviou no meio da área com muito perigo. Entretanto, o zagueiro estava em posição de impedimento.

Logo em seguida, Abel Ferreira fez mais três trocas no Palmeiras e gastou todas as substituições que tinha direito. Jhon Jhon, Endrick e Vanderlan entraram nos lugares de Artur, Rony e Piquerez. O empate sem gols persistia na Neo Química Arena. Aos 41, em seu primeiro lance, Jhon Jhon subiu nas costas de Bruno Méndez e cabeceou para fora.

Aos 43, Lucas Veríssimo subiu bem na segunda trave para completar, de cabeça, falta cobrada na área. O zagueiro cabeceou forte, mas sem direção. Um minuto depois, Ruan Oliveira sofreu falta de Jhon Jhon na intermediária, Bidu levantou na área e Weverton saiu de soco para afastar.

Anderson Daronco acrescentou quatro minutos neste segundo tempo. Já nos acréscimos, Murilo fez falta em Yuri Alberto no círculo central, sofreu cartão amarelo, reclamou com o árbitro e foi expulso. O Corinthians ficou com um homem a mais nos últimos instantes do jogo.

Mas quase foi o Palmeiras que marcou o gol da vitória aos 49 minutos. Endrick desarmou no meio-campo, desceu em velocidade no ataque e acionou Jhon Jhon, que deixou Breno Lopes na cara do gol. O atacante finalizou sozinho e Cássio fez grande defesa. Antes do chute, Maycon deu entrada violente em Endrick e acabou expulso pela arbitragem, após análise no VAR.

Foram mais três minutos extras no segundo tempo, além dos quatro já acrescidos anteriormente. Já no último lance, Endrick partiu livre pela esquerda e foi atropelado pelo zagueiro Lucas Veríssimo, que sofreu cartão amarelo. Raphael Veiga cobrou da intermediária e a zaga afastou o perigo. Logo na sequência, Daronco encerrou o Derby sem gols.

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Filme repetido: Corinthians repete 2011 e reencontra Palmeiras depois de eliminação na Libertadores

  • Por Levi Natan / Redação da Central do Timão

Buscando esquecer a eliminação na Copa Libertadores da América, o Corinthians terá pela frente o Palmeiras. As equipes entram em campo no próximo sábado (13), às 19h (Brasília), na Neo Química Arena, em partida válida pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro.

No entanto, este cenário de encarar um Derby pós-eliminação na Libertadores não é novo para o Corinthians. Em 2011, vale lembrar, a equipe comandada pelo então técnico Tite e com nomes de expressão como Ronaldo Fenômeno e Roberto Carlos, o Timão foi eliminado precocemente na pré-Libertadores.

Após empatar em casa sem gols com o Tolima, o time perdeu na Colômbia por 2 x 0 e deu adeus ao sonho de conquistar o título que seria inédito até então. No retorno ao Brasil, muitas cobranças foram direcionadas ao elenco, comissão técnica e diretoria.

Foto: Daniel Augusto Jr. / Ag. Corinthians

Apesar dos protestos, o então presidente Andrés Sanchez decidiu manter o técnico Tite e dar mais uma chance ao treinador, que tinha pela frente o Derby. Depois de muitas cobranças, ações violentas e também piadas de torcedores rivais ao longo dos quatro dias que separaram a queda do Timão na Libertadores do clássico, a equipe tinha a missão de vencer o Palmeiras para recuperar parte da confiança para o restante da temporada.

O jogo aconteceu no Estádio do Pacaembu e tinha maioria de torcedores do Palmeiras, que tinha o mando de campo. Para a partida, os palmeirenses prepararam um mosaico para celebrar a queda alvinegra no torneio continental. Dentro de campo, o Corinthians, que atuou sem Ronaldo e Roberto Carlos, se impôs e fez um jogo equilibrado frente ao rival para mais de 23 mil pagantes.

A partida estava se encaminhando para um empate quando aos 38 minutos do segundo tempo, o ex-lateral e hoje diretor de futebol do Corinthians, Alessandro, fez tabela com Morais e recebeu dentro da área para finalizar no gol de Marcos e abrir o placar para o Timão. O atleta comemorou na frente da torcida do Palmeiras, o que rendeu um pequeno tumulto com os jogadores alviverdes.

11 anos, seis meses e uma semana se passaram e, novamente, Corinthians e Palmeiras se encontrarão depois de uma eliminação alvinegra na Libertadores. O Derby deste sábado também terá seu grau de importância. Isso porque as equipes lideram o Campeonato Brasileiro. O Alviverde, com 45 pontos, busca se distanciar do Timão, que tem 39 e mira encostar no arquirrival.

Falando sobre a importância de vencer o Derby após a eliminação para o Flamengo na Libertadores, Fagner destacou o tamanho e a dificuldade da partida.

“É fundamental, mas é como todos os outros jogos. Os mesmos três pontos do Palmeiras são os mesmos três pontos do Juventude. Sabemos da dificuldade do jogo, da importância, além de ser um clássico, é um jogo que pode tirar a diferença para o líder. Vamos tentar fazer um grande jogo, descansar agora, corrigir os que fizemos de errado, tirar as coisas boas e depois pensar na Copa do Brasil para reverter a situação.”

Além dele, o lateral-esquerdo Fábio Santos também comentou sobre o clássico. Em entrevista concedida na zona mista do Maracanã, na última terça-feira, o atleta também projetou o jogo contra o Atlético-GO, pela Copa do Brasil. Na próxima quarta-feira (17), às 21h30, na Neo Química Arena, o Timão buscará reverter o placar negativo de 2 x 0 sofrido na ida para avançar no torneio nacional.

“Realmente é sofrer, a derrota, a eliminação, mas um, dois dias. A gente sabe que no Brasil não tem muito tempo pra comemorar, nem pra ficar triste. Final de semana já temos um clássico importantíssimo e depois decidir um classificação que pra gente vale muito, porque queremos passar de fase na Copa do Brasil. Conversar, descansar e realmente dar a importância que esses jogos têm, dar o valor exato para eles e saber que vai ser os jogos da nossa temporada.”

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Em Derbys disputados no Allianz Parque, Corinthians tem mais vitórias que o rival

  • Por Tatiana Carvalho / Redação da Central do Timão

Nesta quinta-feira (17), o Corinthians joga contra o Palmeiras, no Allianz Parque, às 20h30 (Brasília), em jogo válido pela sexta rodada do Campeonato Paulista, que havia sido adiada. O clube alvinegro chega com uma vantagem para enfrentar o rival, o bom retrospecto como visitante no estádio deles.

O Allianz Parque já foi palco de 10 Derbys, dos quais quatro terminaram com vitória alvinegra, três acabaram empatados e três tiveram vitória alviverde. Mesmo tendo mais triunfos como visitante, o Timão marcou 10 gols e sofreu 11.

Róger Guedes celebra gol marcado no último Derby disputado | Foto: Rodrigo Coca/Agência Corinthians

Apesar do retrospecto geral como visitante ser positivo, o Corinthians não vence no Allianz Parque desde 2019, quando a equipe alvinegra triunfou por 1×0, com gol marcado por Danilo Avelar. Desde então, foram dois empates e uma derrota.

Com isso, na partida desta semana, o Corinthians visita o Palmeiras em busca da vitória para manter o bom desempenho como visitante e também para quebrar o jejum de triunfos na casa do rival.

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Vitória em Derby faz Corinthians se aproximar do Palmeiras em retrospecto

  • Por Levi Natan / Redação da Central do Timão

Na noite do último sábado (25), o Corinthians recebeu o Palmeiras, na Neo Química Arena, em duelo válido pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro, e saiu vencedor pelo placar de 2×1, com dois gols de Róger Guedes.

Com o triunfo, o Timão ficou a apenas uma vitória de igualar o rival no retrospecto geral. Ao todo, Corinthians e Palmeiras já duelaram 371 vezes, com 129 vitórias do Timão, 112 empates e 130 triunfos alviverdes. A vitória no confronto também marcou o encerramento de um jejum de sete jogos sem vencer o rival.

Ao longo dos últimos anos, o Corinthians vem encurtando a diferença no retrospecto. Recentemente, em julho do ano passado, o Timão chegou a ultrapassar o rival nos números gerais, chegando a 128 vitórias contra 127 do Palmeiras. No entanto, desde então não conseguia vencer a equipe da Barra Funda.

Foto: Rodrigo Coca / Ag. Corinthians

O próximo Derby a ser disputado entre as equipes será só em 2022, já que as equipes disputaram as duas partidas nos dois turnos pelo Campeonato Brasileiro. Enquanto isso, o Timão mantém seu foco na competição nacional.

No próximo sábado (02), às 19h, o Corinthians visita o Red Bull Bragantino, no Estádio Nabi Abi Chedid, em partida válida pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro. Em sexto lugar na tabela de classificação, a equipe comandada pelo técnico Sylvinho vai em busca de sua nona vitória no campeonato.

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Vitória contra o Palmeiras é apenas a segunda do Corinthians contra clubes do G-6 do Brasileirão

  • Por Kennedy Cardoso / Redação Central do Timão

No último sábado (25), em jogo que teve início às 19h (Brasília), o Corinthians derrotou o Palmeiras por 2×1, na Neo Química Arena, com dois gols marcados por Roger Guedes. A vitória foi apenas a segunda do Timão diante de um time do G-6 do Brasileirão – o arquirrival ocupa a vice-liderança da competição -, mas somente a primeira contra um clube da zona de classificação para a Libertadores atual.

Isto porque a equipe alvinegra superou o Athletico-PR há um mês, e o Furacão havia iniciado a 17ª rodada na 6ª colocação, mas perdeu três posições após a derrota para o time de Sylvinho, sendo ultrapassado pelo próprio Corinthians, pelo Atlético-GO e pelo Ceará. De lá para cá, o Rubro-Negro caiu de desempenho e atualmente é o 11º colocado.

Foto: Ronaldo Barreto / Imago Images.

No primeiro turno, todos os outros atuais integrantes do G-6 conseguiram derrotar o Corinthians. O Atlético-MG e o Red Bull Bragantino venceram por 2×1, o Flamengo superou por 3×1 e o Fortaleza derrotou o time alvinegro por 1×0, no Ceará.

Curiosamente, o compromisso seguinte do Timão é diante do Massa Bruta. Os comandados de Sylvinho poderão aumentar o aproveitamento contra um clube que está dentro da zona de classificação à próxima Libertadores no próximo sábado (02), no Estádio Nabi Abi Chedid, às 19h (Brasília).

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Notícias do Corinthians

Sylvinho tem Derby como possível divisor de águas; três técnicos caíram após revés para rival em Itaquera

  • Por Kennedy Cardoso / Redação Central do Timão

Pressionado no comando do Corinthians por três empates seguidos, contra Juventude, Atlético-GO e América-MG, Sylvinho pode fazer as pazes com a torcida corinthiana no próximo sábado (25), se vencer o Palmeiras, em jogo que terá início às 19h (Brasília) e será válido pela 22ª rodada do Brasileirão, na Neo Química Arena.

“A senhora não sabe o que é um Corinthians e Palmeiras”, disse o ator Lima Duarte no filme “Boleiros – Era Uma Vez o Futebol”, de 1998. Pois é. Nos últimos anos, o clássico em Itaquera acabou decidindo a vida de quatro treinadores do Timão – três deles levaram a pior. Sendo assim, Sylvinho tenta usar o Derby como um possível divisor de águas no comando do clube do Parque São Jorge.

O primeiro dos técnicos citados é Cristóvão Borges, que assumiu a equipe após a ida de Tite à Seleção Brasileira, em junho de 2016. O treinador chegava para o clássico contra o arquirrival na 26ª rodada do Brasileirão daquele ano após uma sequência de duas derrotas (Ponte Preta e Santos), dois empates (Fluminense e Coritiba) e apenas uma vitória, sobre o Sport Recife.

No entanto, o Timão foi dominado pelo arquirrival, não esboçou poder de reação e perdeu em casa no dia 17 de setembro de 2016, com gols de Moisés e Yerry Mina. Logo após o término da partida, o Corinthians anunciou o fim da passagem do técnico no CT Joaquim Grava.

O segundo da lista é Fábio Carille, o único que “dividiu as águas” de forma positiva contra o Palmeiras. Na ocasião, em 22 de fevereiro de 2017, o ex-auxiliar havia assumido o comando da equipe há cerca de dois meses e chegava para o clássico na Neo Química Arena com duas vitórias seguidas, sobre Novorizontino e Audax, ambas por 1×0. No entanto, uma derrota para o maior rival poderia mudar os eixos de um trabalho que ainda estava no início.

Foto: Rodrigo Coca / Agência Corinthians.

Porém, o Timão conquistou a vitória com gol de Jô aos 42 minutos do segundo tempo de forma heroica, pois perdeu Gabriel por expulsão ainda no primeiro tempo – é bom ressaltar que a falta que originou o cartão vermelho para o volante foi cometida por Maycon, hoje no Shakhtar Donetsk, da Ucrânia. Depois do confronto, o time foi encaixando e ganhando confiança, sendo campeão do Paulistão e do Brasileirão naquela temporada.

O terceiro do ranking é Tiago Nunes, que foi contratado no fim de 2019 mas só estreou em 2020. Na ocasião, o Corinthians chegava para o duelo contra o arquirrival com um desempenho aquém do esperado na temporada, já sendo eliminado na fase prévia da Copa Libertadores e algumas semanas após perder o título paulista para o próprio adversário nos pênaltis.

Na oportunidade, o Corinthians perdeu novamente por 2×0 e ainda viu Fagner e Danilo Avelar serem expulsos. O jovem treinador não resistiu ao revés e acabou sendo mandado embora logo após o clássico. É bom ressaltar que dois dias antes da partida, o presidente alvinegro na época, Andrés Sanchez, garantiu que não demitiria Tiago Nunes nem com “pressão insuportável”.

“Eu não vou mandar o Tiago Nunes embora neste momento. Ele não tem culpa (da fase ruim). Tem culpa, mas apenas uma parcela, não é o único. Está uma pressão insuportável para tirá-lo. Não vou tirar. Quando ele perder o grupo, sim. Enquanto tiver o grupo, ele continua sendo técnico do Corinthians”, disse o ex-mandatário há pouco mais de um ano, para o programa “Tino Marcos Uchôa.

O último da lista é Vagner Mancini, desligado do cargo em maio deste ano, após duas eliminações seguidas no início da atual temporada – Copa Sul-Americana e Campeonato Paulista. O Corinthians chegava para o clássico na semifinal do torneio estadual após sofrer uma goleada por 4×0 do Peñarol, no Uruguai, sendo desclassificado precocemente da competição continental e com enorme pressão sobre o trabalho do treinador.

Contudo, o Timão não conseguiu segurar o arquirrival em sua casa e perdeu por 2×0, vendo o presidente Duilio Monteiro Alves anunciar a demissão do experiente técnico cerca de uma hora após o apito final.

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Ex-Corinthians, Edílson responde torcida do Palmeiras: “Ser corinthiano foi uma escolha”

  • Por Levi Natan de Souza Silva / Redação da Central do Timão

Depois de ter seu retrato coberto de verde em mosaico feito pela torcida palmeirense no clássico do último sábado (12), o ex-jogador do Corinthians, Edílson usou as redes sociais para rebater os torcedores do rival. 

Com o feito de ser campeão pelos dois arquirrivais, Edílson mostrou gratidão ao Palmeiras e declarou que se tornar corinthiano foi uma escolha.  

Foto: Reprodução

Veja o texto do “Capetinha”: 

“Mesmo vocês fazendo isso eu me orgulho muito em ter vestido essa camisa tão grande do futebol mundial, SEP, clube que me deu a oportunidade de ser conhecido no mundo inteiro, muitos títulos conquistados com muita dedicação e suor, sempre fui um profissional grato a todos os clubes que eu passei, principalmente a quem abriu as portas no início da minha carreira , se um dia fiz algo de errado peço desculpas a todos os torcedores e diretoria, enquanto ser corinthiano foi uma opção, escolha e tem que ser respeitada e outra coisa que eu me orgulho é da cor das minhas pernas, pele NEGRA e não verde. Mascarado eu sempre fui mesmo e bom pra c***! Nada apaga uma história”, declarou Edílson. 

O ex-atacante foi campeão com o Palmeiras em cinco oportunidades até deixar o clube em 94. Com a camisa do Corinthians , Edílson conquistou dois Campeonatos Brasileiros, um Mundial, além de erguer a taça de campeão Paulista em cima do arquirrival em 1999, naquele polêmico jogo das embaixadinhas. 

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Com dois pendurados, Corinthians termina Derby sem nenhum amarelado

  • Por Levi Natan de Souza Silva / Redação do Timão

Neste sábado (12), depois de empatar em 1×1 o clássico contra o Palmeiras, o Corinthians saiu de campo sem levar nenhum cartão amarelo. O Timão foi a campo correndo o risco de perder dois jogadores que estavam pendurados. Era o caso dos meio-campistas Camacho e Ángelo Araos. 

Camacho, que está em negociação avançada com o Santos por empréstimo, sequer foi relacionado e ficou fora da partida de hoje. Araos entrou aos 35 minutos da segunda etapa, substituindo Mateus Vital, não foi advertido e fica livre para enfrentar o Bragantino na quarta-feira (16), às 20h30, na Neo Química Arena, em jogo válido pela 4º rodada do Campeonato Brasileiro. 

Foto: Rodrigo Coca / Ag. Corinthians

Além dos dois meio-campistas, Ramiro, Roni, Luan e Gabriel também já foram advertidos no Campeonato Brasileiro, com um cartão cada. Com Camacho afastado, o Timão jogará contra o Bragantino tendo apenas o chileno Ángelo Araos pendurado. 

Foi a primeira partida do Campeonato Brasileiro que o Timão saiu de campo sem ter nenhum jogador amarelado. Em toda temporada, apenas três vezes o Corinthians terminou a partida sem sofrer nenhum cartão. Além do clássico de hoje, o Alvinegro encarou a Ferroviária e São Bento, ambos no Campeonato Paulista, sem nenhuma advertência. 

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