Saiba mais sobre Emily Lima, possível nova comandante do Corinthians Feminino

  • Por Henrique Vigliotti/Redação da Central do Timão

O Corinthians Feminino deve anunciar nos próximos dias a treinadora Emily Lima para assumir o cargo deixado por Lucas Piccinato na madrugada da última sexta-feira (20), após o empate diante do Fluminense por 1 x 1. Confira, a seguir, um pouco sobre os últimos trabalhos realizados pela técnica em sua carreira e sua melhor fase.

Treinadora desde 2010, Emily construiu trajetória em diferentes clubes do futebol brasileiro, com passagens por Portuguesa, Juventus-SP e São Caetano, antes de assumir inicialmente a Seleção Brasileira Feminina Sub-17. Em 2016, após comandar o São José, alcançou o ponto alto da carreira e foi nomeada técnica da Seleção Brasileira principal, função que exerceu entre 2016 e 2017. Nesse período, dirigiu a equipe em nove partidas e obteve quatro vitórias. Cabe destacar que, durante sua passagem pela Seleção, convocou e utilizou a atual capitã alvinegra Gabi Zanotti em quatro oportunidades.

Em 2018, no comando do Santos, Emily Lima conquistou o único título de sua carreira: o Campeonato Paulista. Naquela temporada, a treinadora liderou a equipe em 29 partidas, com desempenho expressivo de 19 vitórias, oito empates e apenas duas derrotas.

A partir de 2019, após deixar o rival da Baixada Santista, Emily Lima iniciou uma trajetória pelas seleções sul-americanas, alternando entre o comando da equipe Sub-20 e da seleção principal do Equador, no período de 2019 a 2022. Nesse ciclo, obteve sua última vitória na carreira: em 8 de julho de 2022, quando o Equador goleou a Bolívia por 6 x 1.

Desde então, Emily teve passagem pela Seleção do Peru, onde comandou a equipe em seis partidas, todas encerradas em derrota. Em seu trabalho mais recente, pelo Levante, da Espanha, permaneceu no cargo por 11 jogos, com um empate e dez derrotas.

Apesar do histórico recente negativo, Emily Lima aposta no retorno ao Brasil como oportunidade para reencontrar o sucesso na carreira. No Corinthians, a treinadora volta ao futebol nacional após mais de seis anos sem comandar equipes no país. Uma das características de seu trabalho é prezar pela boa estrutura e organização dentro de suas equipes, aspecto que, segundo noticiado e posteriormente confirmado por ela à época, pesou em sua saída do Santos, em 2019.

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