Em entrevista feita para o canal do Corinthians no Youtube, o meia, Gabriel Pereira, contou sobre sua trajetória, as dificuldades que teve e também a respeito da grande amizade que tem com Gustavo Mantuan.
O camisa 38 do Timão falou sobre a rotatividade que teve até achar a posição em que se enquadra. No seu antigo clube, Guaraní, o treinador colocava o garoto para jogar como lateral em quase todos os jogos. Entretanto, ‘GP’, como é chamado por seus amigos, afirmou que não gostava de jogar nessa posição.
”Eu cheguei no Guarani como lateral, joguei a maior parte dos jogos e depois fui começando jogar de meia. Quando eu fiquei sabendo que ia vir para o Corinthians, falaram que eu ia vir de meia. Eu até gostei, porque eu não gostava de jogar de lateral”, disse.
No Corinthians desde 2018, Gabriel Pereira fez sua primeira partida no Alvinegro como volante. Na semana seguinte, o atleta foi escalado para a equipe titular como ponta. Hoje, na equipe principal, o atleta vem jogando como meia.
O jovem ainda comentou sobre como recebeu a notícia de que iria jogar em seu time de coração.
”Sou corinthiano desde pequeno, eu fiquei muito feliz […] Meu empresário me ligou, porque na verdade eu ia para outro clube, eu nem sabia do Corinthians. Ele estava falando comigo, tal, de outro clube. Chegou no dia, ele falou você vai para o Corinthians”.
Gabriel Pereira também falou sobre a grande relação de amizade que criou com o meia Gustavo Mantuan, desde a época que jogavam juntos na base do Timão.
”A gente chegou a jogar contra. Eu pelo Guaraní e ele pelo Corinthians. Quando eu cheguei aqui, ele já estava lesionado […] quando ele voltou a jogar a gente criou uma relação muito boa de amizade. Eu e ele se procurava muito dentro do campo […] A gente foi levando isso pra fora, e até hoje a gente é amigo, 100%, o que ele precisar ele pode contar comigo. […] Ele é um muleque bom, ele vai conseguir”
Por fim, o jovem contou sobre a lesão que teve quando subiu para a equipe profissional do Corinthians, e sobre o apoio que teve de Cássio nesse momento difícil.
”Foi difícil, porque a gente sonha tanto pra chegar esse momento, de estar no profissional. E quando você está lá, você machucar, você já começa a pensar um monte de coisas…que as oportunidades vão passar e sua cabeça fica a milhão”.
”Quem me dava bastante conselho, que chegou a conversar bastante comigo: o Cássio, o Cássio conversava muito comigo, para eu chegar aqui e fazer o que fazia na base, de eu ir dentro e não ter medo”, finalizou.
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