Hugo Souza celebra marca expressiva no Corinthians e fala sobre Seleção Brasileira

  • Por Fabio Luigi / Redação da Central do Timão

Ao longo da noite do último domingo (22), o Corinthians encarou a Portuguesa, no Estádio do Canindé, em partida única pelas quartas de final do Campeonato Paulista de 2026, e acabou empatando pelo placar de 1 x 1 no tempo normal. O atacante Vitinho, nos acréscimos, marcou o gol corinthiano que levou a partida para os pênaltis. Nas cobranças, o Alvinegro venceu por 8 x 7 e avançou às semifinais.

Instantes após o apito final, o goleiro Hugo Souza concedeu entrevista à imprensa na zona mista e foi questionado sobre o sonho da Seleção Brasileira, ter se tornando o terceiro com mais pênaltis defendidos na história do Corinthians, respondeu se o seu diferencial é justamente as penalidades máximas, comparação com Cássio e Ronaldo Giovanelli e estudos dos cobradores da Portuguesa.

Confira abaixo as respostas do goleiro Hugo Souza à imprensa após a partida:

Sonho de estar na convocação da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo

“Na verdade eu acho que o que eu tenho que fazer é continuar trabalhando, desempenhando o meu melhor dentro do campo porque se foi isso que me credenciou a estar lá. É isso que eu preciso continuar fazendo e melhorando, evoluindo, crescendo sempre me cobrando bastante para que eu possa continuar indo nas convocações e se Deus quiser realizar meu sonho de estar na Copa do Mundo. Acho que a atuação de comando de hoje me ajudou bastante e eu espero que o professor Ancelotti e tenha visto o que aconteceu hoje.”

Terceiro goleiro com mais pênaltis defendidos na história do Corinthians – 14 em 102 jogos

Para mim é a realização de um sonho, desde quando eu cheguei aqui na minha primeira entrevista coletiva, eu falei que eu estava vindo para o Corinthians para escrever a minha história, passo a passo, sem me comparar a ninguém, sem querer atropelar as coisas. E a coisa que eu mais ouvi quando eu vim para cá é: ‘Cara, tu vai para o lugar do Cássio, tu é maluco’. Sim, eu sou maluco, mas eu não vou lá querer me comparar a ninguém, eu respeito muito a história de todos que passaram aqui.”

O Cássio para mim é o maior ídolo da história do clube, a gente tem o Marcelinho, a gente tem o Ronaldo, mas o Cássio para mim como um poleiro da minha posição é o maior ídolo da história do clube. Então, eu respeito mais a história dele, o Ronaldo é um grande ídolo desse clube. E estar no meio desses nomes para mim é gratificante, realização de sonho, porque eu vejo que tudo que eu trilhei, que trabalhei para que eu pudesse conquistar, eu tinha conquistado passo a passo, e como eu falei, sem querer me comparar a ninguém, cada um com a sua história, respeitando todos eles, mas escrevendo.”

Relação com Vitinho e elogios ao companheiro

É um cara sensacional. Conheço o Vitinho há muito tempo, desde 2018 (no Flamengo). Sempre foi um cara ímpar, um cara de família, um cara de Deus, um cara trabalhador. E eu só tenho elogios que o Vitinho é uma referência que a gente tem como homem, como pessoa. E a gente é um grupo recheado de homens de caráter. A gente não tem ego, a gente tá um pelo outro. E é porque vocês não tiveram a oportunidade de estar dentro do vestiário. Quando o Vitinho entra no vestiário, você vê a alegria de todo mundo por ele ter feito gol. Porque a gente sabia que era um cara que precisava desse gol. Já vinha ajudando bastante a gente dentro do campo, criando o volume de jogo. E ele conseguiu esse gol, que foi muito importante, no finalzinho. E eu fico muito feliz que ele tenha dado esse presente pra esposa e pro filhote dele que está para nascer.”

Estudo dos cobradores da Portuguesa visando uma possível disputa de pênaltis, algo que acabou acontecendo

“Eu estudei bastante os jogadores, só que o que me dificultou bastante é que dos jogadores que eu estudei, poucos estavam em campo, dois ou três. E um desses poucos um me quebrou total, que ele mudou tudo que ele fez e quando ele bateu, e já quebrou todo o meu estudo. Mas, o que eu tinha mais certeza de tudo, eu não peguei, foi o do meio, mas eu fui feliz em acertar os outros e fazer a defesa, e eu grato a comissão que eu tenho, ao staff que eu tenho, porque me ajudam muito, distinguem tudo pra mim. Eu falo, cara, porque eu estudo dessa forma, eu gosto de pensar nisso, e eles me ajudam muito nisso, então eu tenho que agradecer a eles por isso, então teve um jogador que eu não lembrava o lado, eu olhei pro banco e meu treinador de goleiro (Marcelo Carpes) me indicou o lado ali, e ele fez o gol, pra vocês verem que nem sempre dá certo, mas eu fico feliz em poder ter ajudado com a classificação aí.”

“Tinha não, tinha treinado (cobrança de pênalti), tinha treinado, treino todo dia, tanto que quando o Allan vem pra bola eu pergunto se ele queria que eu batesse ou se ele queria bater Aí ele falou: ‘não, deixa comigo, já tô aqui, vamos bater’. Então, vamos embora, então bate que eu vou pegar Graças a Deus deu certo, mas eu tava preparado pra bater também.”

Renê, atacante da Portuguesa, que acabou perdendo dois pênaltis

“Cara, eu fui um garoto que eu estudei e eu achei que eu poderia conseguir o que eu tinha estudado e graças a Deus deu certo quando. Eu peguei o primeiro dele e aí quando eu pego o primeiro eu acho que a responsabilidade já fica mais ainda pra ele. E eu estava muito tranquilo pra tomar a decisão que eu tivesse que tomar, eu falei, ah: ‘vou escolher um canto aqui e vou pular porque eu acho que a resposta tá toda no colo dele’, ele já perdeu um e eu acho que ele tem que fazer isso, é muito bom que ele não fez e eu fui feliz ali acertar o canto e fazer a defesa.”

Iluminado em penalidades máximas

“Eu acho que a penalidade tem sido um bônus, que tem me credenciado alguns números, que tem me credenciado algumas análises importantes pessoais e eu fico muito feliz por isso. Eu tenho 27 anos, eu tenho muito para melhorar ainda em todas as partes do campo. Mas isso é dia a dia, isso é jogo, isso é aprendizado, é constância. Eu fico muito feliz de poder estar aprendendo dessa futebol, estar aprendendo e entregando resultado. Porque quando você entrega resultado, você fica mais tranquilo para poder trabalhar.”

“Eu sou um cara que me cobro bastante e graças a Deus tenho conseguido. Hoje foi um jogo muito importante, onde eu consegui fazer defesas que ajudaram a equipe a segurar o placar e a gente conseguiu um empate no final ali e depois resolver também no pênalti. Então eu fico muito feliz. Se você me perguntar no que eu preciso melhorar, eu vou te responder que eu preciso melhorar em tudo. E é verdade, mas os pênaltis eles tem sido um bônus, que tem me ajudado bastante e graças a Deus por isso.”

Próxima partida

Antes de enfrentar o Novorizontino, no próximo sábado (28), no Estádio Jorge Ismael de Biasi, pelas semifinais do Campeonato Paulista, o Corinthians retornará aos gramados na próxima quarta-feira (25), às 20h (de Brasília), quando enfrentará o Cruzeiro, no Estádio do Mineirão, pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro. Neste momento, os comandados de Dorival Júnior ocupam a quinta colocação do torneio nacional com seis pontos.

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