- Por Fabio Luigi / Redação da Central do Timão
O Corinthians Feminino enfrenta, neste sábado, 9 de agosto, às 18h (horário de Brasília), o Bahia, em Aracaju, Sergipe, o Bahia pela partida de ida das quartas de final do Camapeonato Brasileiro da modalidade. Em entrevista ao ge.globo, a meia Gabi Zanotti, que atua pelas Brabas desde 2018 e já conquistou 16 títulos, falou sobre a sua trajetória no clube e comentou sobre as expectativas para o mata-mata do torneio nacional.
“É muito gratificante, nem nos meus melhores sonhos, quando cheguei aqui em 2018, imaginava viver tudo isso. Tudo foi acontecendo como se fosse um mundo ideal, uma carreira ideal construída aqui dentro. Foi assim, sempre muito transparente e com identificação com o torcedor desde a minha estreia.”

“Sempre foi nossa identidade chegar muito forte no mata-mata, conseguimos manter essa mentalidade dentro do grupo. É uma jogadora elevando a outra para conseguimos chegar na final e jogar dentro da nossa casa”, iniciou.
Pelo Corinthians, a camisa 10 conquistou todos os títulos possíveis – Brasileirão, Paulistão, Supercopa do Brasil, Conmebol Libertadores, Copa do Brasil e Copa Paulista. Zanotti ressaltou a gratidão que possui pelo clube: “Sou muito grata e, sempre que tenho oportunidade, dou a vida por essa camisa. Aqui é minha casa. Parece que eu nasci no Corinthians. Fico feliz de estar liderança uma equipe hoje, com tantas outras atletas que têm importância. Construímos isso juntas e a minha meta é não deixar estagnar”, continuou.
Posteriormente, destacou que segue motivada em conquistar mais títulos. Em 2025, as Brabas foram derrotadas na final da Supercopa do Brasil para o São Paulo. Por outro lado, ainda estão na disputa do Paulistão, Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil e Conmebol Libertadores. Aos 40 anos, também falou sobre a sensação de utilizar a camisa 10 e ser uma referência para atletas mais jovens.
“Ano após ano, sigo em busca de novas metas e me desafiando. Estar em uma das melhores equipes do Brasil, chegando em todas as finais, me faz estar jogando em alto nível e ter uma mentalidade competitiva. Para mim, é uma honra vestir a camisa 10, que tantos craques já vestiram. Lido de forma muito natural, sei que é uma responsabilidade grande, mas as coisas sempre foram acontecendo. Me cobro muito e trabalho muito para isso.”
Por fim, celebrou o crescimento da modalidade ao longo dos últimos anos: “Estou muito feliz com o crescimento da modalidade, com a competitividade e os campeonatos evoluindo ao longo dos anos. Sabemos da importância de fazer o resultado, porque continuamos pontuando.”
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